| 000 | 01319nam a2200253 u 4500 | ||
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| 003 | IFAC | ||
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| 942 | _cBOOK | ||
| 090 |
_a299.514 _bL298t _c8.ed |
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| 260 |
_aSão Paulo _bHemus _c2002 |
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| 250 | _a8.ed. | ||
| 100 | 1 | _aLao-Tzu | |
| 520 | _aEm toda a história, encontram-se pessoas que intuíram realidades que solicitaram ao máximo sua imaginação, sua capacidade de adaptação e mesmo sua percepção, sensorial ou não. A maioria, na ânsia de transmitir algo um abismo além, passou por visionária, alucinada, causando no máximo sorrisos compadecidos aos bem-pensantes. Lao-tsé foi mais um elo na cadeia de transmissão e conservação de um ensinamento dessa natureza que, na falta de um termo apropriado, chamamos "espiritual". Na China, sem termo apropriado, o objeto desse ensinamento foi chamado TAO. R. Willhelm propõe traduzir TE por "vida", pois o ideograma chinês sugere aquilo que entretém a formação dos seres. O termo KING refere-se a livro, enquanto literatura erudita. | ||
| 245 | 1 |
_aTao Te King, o livro do sentido e da vida _c/ Lao-Tzu |
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| 082 | 0 | 0 | _a299.514 |
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| 500 | _a | ||
| 650 | 0 | 4 | _aTaoismo |
| 999 |
_c32354 _d32354 |
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