000 03371nam a2200301 u 4500
001 7219
003 IFAC
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008 yymmdde2022 bl 000 1 por d
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040 _aBR-IFAC
942 _cMONEX
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_bB238e
260 _aSena Madureira AC
_c2022
300 _a41 p.
_bil.
100 1 _aBarbosa, Francisco Jardel de Souza
502 _aMonografia (graduação) – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre, Curso Bacharelado em Zootecnia, 2022.
504 _areferência bibliográfica [p. 22-28]
520 _aA bovinocultura de corte busca cada vez mais estratégias reprodutivas que garantam maior retorno econômico, a exemplo, a Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF). No entanto, a produtividade pode ser impactada de forma negativa pela ocorrência de parasitos nos animais. Nesse sentido, o fosfato de levamisol (anti-helmíntico de amplo espectro) possui vantagens no controle de parasitos em bovinos podendo trazer outros benefícios, como ganho de peso e melhora no desempenho reprodutivo. Assim, o objetivo desse trabalho foi avaliar o efeito do fosfato de levamisol sob a taxa de prenhez de vacas de corte. Para isso, foram utilizadas 98 matrizes da raça Nelore (Bosindicus) criadas em sistema de pastejo, com escore de condição corporal = 3,0 ± 0,5, e idade entre 3 a 6 anos. Os animais foram divididos em dois grupos ao acaso: O primeiro grupo (G1), composto por 29 matrizes, recebeu um protocolo considerado convencional para IATF, sendo ele, no D0 Aplicação de 2 mg de benzoato de estradiol (E2) e introdução de dispositivo intravaginal liberador de progesterona (p4), mono dose No D8 remoção do dispositivo de rogesterona aplicação de 526 &#956g de prostaglandina F2&#945, 1 mg de cipionato de estradiol e 300 UI de gonadotrofina coriônica equina (ECG) e no D10 foi realizada a inseminação artificial. Já o segundo grupo (G2), composto por 69 matrizes, recebeu o mesmo protocolo de IATF do primeiro grupo, associado com a administração de fosfato de levamisol no D0. O diagnóstico de gestação foi realizado após 30 dias posterior a inseminação. Os dados foram analisados pelo teste de Shapiro-Wilk e comparadas pelo teste de Qui-quadrado (p<0,05), e para os dados de viabilidade econômica utilizou-se estatística descritiva. O G2 apresentou 53,6 % de taxa de prenhez, o que representa umacréscimo de 5,4% em relação ao grupo controle (48,2%), porém estatisticamente não foi encontrada diferença significativa para taxa de prenhez entre os dois grupos. Assim, a aplicação de fosfato de levamisol não foi capaz de promover melhora significativa na taxa de prenhez de vacas de corte submetidas a inseminação artificial em tempo fixo.
710 1 _aInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre
245 1 _aEfeito do fosfato de Levamisol sob a taxa de prenhez de vacas de corte submetidas a inseminação artificial em tempo fixo
_c/ Francisco Jardel de Souza Barbosa
_h[manuscrito]
082 0 4 _a636.213
500 _aOrientadora Profa Dra Juliana Milan de Aquino Silva
504 _areferência bibliográfica [p. 22-28]
650 0 4 _aBovino de corte
_xcriação
650 0 4 _aReprodução artificial
_xInseminação Artificial.
700 1 _aSilva, Juliana Milan de Aquino
_eOrient.
999 _c34622
_d34622