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942 _cBOOK
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260 _aSão Paulo
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_c1992
250 _a2.ed.
300 _a199 p.
100 1 _aPompéia, Raul
490 1 _aColeção grandes leituras
520 _aUm dos romances mais fortes da literatura brasileira “Uma ‘crônica de saudades’ em tom reflexivo e hiperbólico acionada desde o início pela ambiguidade autobiográfica. A mais importante realização ficcional de nossa prosa impressionista (expressionista quando raia o descritivo e o caricatural) e já o prenúncio do romance moderno, sutilmente diluído no que se convencionou chamar de Simbolismo.” André Seffrin, trecho do Prefácio O personagem Sérgio, já adulto, relembra seu tempo de aluno interno no Colégio Ateneu. Misturando alegrias e tristezas, decepções e entusiasmos, o narrador pacientemente reconstrói, por meio da memória, a adolescência vivida e perdida entre as paredes do famoso internato. Este livro é um rito de passagem, um diário do menino no ambiente fechado do colégio: as aulas, a sala de estudos, a diversão insólita dos banhos de piscina, as leituras, o recreio, o que acontecia nos dormitórios, no refeitório, as disputas. Surgido pela primeira vez em 1888, na Gazeta de Notícias, O Ateneu é um dos romances mais fortes da literatura brasileira e escapa a qualquer classificação rígida de periodização literária. O estilo de Raul Pompeia mescla elementos do Realismo, do Naturalismo, do Impressionismo, e também traços do Parnasianismo e do Expressionismo. A riqueza desse estilo resulta numa das obras de maior relevo de nossa literatura do século XIX, sempre atual e singular em seu fascínio.
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245 1 _aO ateneu
_bcrônica de saudade
_c/ Raul Pompéia
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