Avaliação de duas espécies de Mucuna como plantas de cobertura do solo no Municipio de Cruzeiro do Sul / Saique da Costa Oliveira [manuscrito]
Material type:
TextPublication details: 2017Description: 22 fContained works: - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre
- Cruz, Jozângelo Fernandes da [Orient.]
- 631.47
| Item type | Current library | Collection | Call number | Status | Barcode | |
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Monografia
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Biblioteca Campus Cruzeiro Do Sul | Trabalho Academico | 631.47 O48a (Browse shelf(Opens below)) | Consulta Local | 2020001169 |
Monografia (graduação) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre, Campus Cruzeiro do Sul, Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia, 2017.
A definição de espécies de plantas de cobertura do solo é um fator de fundamental importância para o sucesso do plantio direto, especialmente na fase inicial, onde se procura formar uma palhada com quantidade e qualidade adequadas para estabilização da produtividade das culturas e conservação dos solos. Este trabalho teve por objetivo avaliar o potencial de cobertura do solo de duas espécies de mucuna. O trabalho foi conduzido no campo experimental do Instituto Federal do Acre (IFAC), no município de Cruzeiro do Sul, Acre. O delineamento experimental foi de blocos casualizados com dois tratamentos e quatro repetições. Foram avaliadas duas coberturas de solo: mucuna preta (Stizolobium aterrimum) e mucuna cinza (Stizolobium cinereum). Para vegetação de cobertura foi avaliada a supressão da vegetação espontânea, e solo descoberto. Esses dados foram submetidos ao teste F ao nível de 5% de probabilidade e as médias comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade. Para a variável velocidade de cobertura foi realizada regressão. A mucuna preta apresentou um melhor desempenho inicial em relação a mucuna cinza, com maior área de solo recoberto e maior supressão da vegetação espontânea. As duas espécies de mucuna não foram eficientes na cobertura do solo nas condições edafoclimáticas testadas, com maior desenvolvimento vegetativo na fase inicial da floração, o que é considerado um comportamento atípico para ambas as culturas. As plantas de cobertura testadas não foram capazes de suprimir a vegetação de pousio.
Orientador Prof Me Jozângelo Fernandes da Cruz
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